Olá Pessoal!
Primeiro lugar, quero agradecer a todos pelo feedback do post anterior, isto é motivante e me dá ânimo em concluir este, e outros que virão.
Hoje o foco deste artigo é que você termine ele sabendo:
Configurar os Beans do Spring através de annotations;
Integrar o esquema de Beans do Spring com os services do Flex através de uma Factory;
Configurar o Spring para usar o Hibernate para abstrair nosso banco de dados;
Para isso vamos a uma breve introdução a estes poderosos frameworks
Breve Introdução ao Spring
Como não sou fã de ficar re-escrevendo a roda, vou tentar dar a você leigo em Spring, um caminho para estudar.
Primeiro de tudo, leia este artigo feito pelo Phillip Calçado (Shoes)
apostila-spring.pdf
Valeu Ebertom pela hospedagem! =)Uma Introdução ao que o SpringFramework pode oferecer:
http://blog.fragmental.com.br/2005/08/31/spring-em-acao/
http://www.ime.usp.br/~reverbel/SMA/Slides/seminarios/spring.pdf
http://imasters.uol.com.br/artigo/4497/java/spring_framework_introducao/Outros Tutoriais
http://www.javafree.org/content/view.jf?idContent=46http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=6627
http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=6628
http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=6653Spring Annotations
http://blog.interface21.com/main/2006/11/28/a-java-configuration-option-for-spring/
http://weblogs.java.net/blog/seemarich/archive/2007/11/annotation_base_1.htmlExemplos de códigos
http://paulojeronimo.com/arquivos/tutoriais/tutorial-spring-framework.zip
http://www.java2s.com/Code/Java/Spring/CatalogSpring.htmDocumentação
The Spring Framework – Reference Documentation
Bom acredito que se você que está afim de conhecer o SpringFramewok, com esses Link’s já é possível entender quase tudo o que ele pode oferecer a sua arquitetura. Lembrando que não é recomendável seguir com este artigo, sem antes entender como funciona IoC, AOP, DAO, com o SpringFramework.
*Nota A abordagem aqui é sobre o SpringFramework, (Framework de Negócio) e não sobre o SpringMVC, uma vez que o Flex pode se trocar objetos através do protocolo AMF3, é totalmente dispensável o uso de Frameworks MVC’s.
Breve Introdução ao Hibernate
Como eu já disse, uma vez que já existe um bom conteúdo sobre Hibernate na Internet, não há a necessidade de re-escrever, por isso vou lhe dar a você leigo em Hibernate uma sequência de Link que irá te ajudar a entender este poderoso Framework.
Uma Introdução ao que o Hibernate pode oferecer:
http://www.students.ic.unicamp.br/~ra007271/docs/white-papers/hibernate-uma_introducao_dirigida.pdf
http://www.guj.com.br/java.tutorial.artigo.125.1.guj
http://www.jeebrasil.com.br/mostrar/4
http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=4149Outros Tutoriais
http://simundi.blogspot.com/2007/09/criar-uma-aplicao-com-hibernate.html
http://www.hibernate.org/hib_docs/v3/reference/en/html/queryhql.html
http://www.hibernate.org/hib_docs/tools/reference/en/html/plugins.html
http://www.guj.com.br/posts/list/7249.javaPacotão de PDF’s
http://br.groups.yahoo.com/group/java-br/files/Hibernate/Exemplos de código
http://www.java2s.com/Code/Java/Hibernate/CatalogHibernate.htmDocumentação
http://www.hibernate.org/hib_docs/v3/reference/en/html/
Ok, partindo do princípio que você já entendeu como funciona o Hibernate, e o Spring, vamos ao código! +)
Requerimentos:
SpringFramework 2.5 ou superior;
*Vamos baixar o Spring com as dependências, isto é neste arquivo conterá todas as libs que nós podemos por ventura usar com o Spring, como por exemplo as libs do hibernate.MySql 5.x Instalado;
*Eu estarei usando o pacote apache friends – xamppConhecimentos básicos sobre MySql;
Plugin Eclipse SpringIDE;
*OpcionalPlugin Eclipse Hibernate Tools 3.2.x;
*Opcional
Instale os plugin’s estes opcionais na verdade este artigo não fará uso deles, mas pensando no futuro seria interessante fazer uso deles.
Após isso, abra seu projeto no Eclipse que nós tinhamos criado anteriormente, O JavaFlex.
Vamos adicionar as seguintes libs ao projeto na pasta JavaFlexWebContentWEB-INFlib:
*A maioria das libs podem ser encontrada no arquivo compactado que você baixou do Spring. Lembrando também que o modelo de estilo de projeto criado no Eclipse, Dynamic Web Project, já adiciona automaticamente ao Classpath do projeto ao você colar as libs nesta pasta.
Como nós já tinhamos modelado um caso de uso chamado Cargo, vamos agora criar um banco de dados para o nosso pequeno sistema.
Abra seu MySql, e execute este script sql que criará a base de dados chamada JavaFlex, e também a tabela JAVAFLEX_CARGO;
-- -- Banco de Dados: `javaflex` -- CREATE DATABASE `javaflex` DEFAULT CHARACTER SET utf8 COLLATE utf8_unicode_ci; USE `javaflex`; -- -- Estrutura da tabela `javaflex_cargo` -- CREATE TABLE `javaflex_cargo` ( `ID_CARGO` int(10) unsigned NOT NULL auto_increment, `DS_CARGO` varchar(50) collate utf8_unicode_ci NOT NULL, PRIMARY KEY (`ID_CARGO`) ) ENGINE=InnoDB DEFAULT CHARSET=utf8 COLLATE=utf8_unicode_ci AUTO_INCREMENT=1 ;
Entendendo os Pacotes, e configurando a persistência
Com o banco de dados criado, vamos mapear a tabela no banco, com o nosso Entity Cargo, para isso, crie um package chamado:
com.digows.artigos.JavaFlex.model.repository.hibernate.hbm
Neste package irá conter todos os nossos mapeamentos em xml, alguns preferem fazer uso de annotations, só que pessoalmente não gosto de acoplar códigos de annotations em meus beans de negócio, prefiro delegar a função Mapeamento a arquivos xml’s.
Neste mesmo package crie um arquivo chamado Cargo.hbm.xml, e adicione o seguinte conteúdo:
Cargo.hbm.xml
[xml]
[/xml]
Perceba que estamos mapeando nosso entity Cargo que foi criado no post anterior com a tabela JAVAFLEX_CARGO criada recém.
com.digows.artigos.JavaFlex.model.repository.hibernate
Este package irá conter classes que implementam o Pattern DAO usando o Hibernate. Métodos de CRUD e querys em geral usando o Hibernate deverão estar neste pacote estes separados por casos de uso.
Neste mesmo package, vamos criar um DAO usando o hibernate para o nosso entity cargo, para isso, crie uma classe java chamada CargoHibernateDao, e adicione o seguinte conteúdo:
CargoHibernateDao.java
[java]
package com.digows.artigos.JavaFlex.model.repository.hibernate;
import java.util.List;
import org.hibernate.SessionFactory;
import org.springframework.beans.factory.annotation.Autowired;
import org.springframework.beans.factory.annotation.Qualifier;
import org.springframework.orm.hibernate3.support.HibernateDaoSupport;
import org.springframework.stereotype.Repository;
import com.digows.artigos.JavaFlex.model.entity.Cargo;
import com.digows.artigos.JavaFlex.model.repository.CargoRepository;
@Repository(value=”cargoRepository”)
public class CargoHibernateDao extends HibernateDaoSupport
implements CargoRepository {
@Autowired
public CargoHibernateDao(@Qualifier(“sessionFactory”)SessionFactory factory) {
super.setSessionFactory(factory);
}
public Cargo save(Cargo p_cargo) {
getHibernateTemplate().saveOrUpdate(p_cargo);
return p_cargo;// ID POPULADA
}
public void remove(Cargo p_cargo) {
getHibernateTemplate().delete(p_cargo);
}
public Cargo findById(Cargo p_cargo) throws Exception {
long id = p_cargo.getIdCargo();
p_cargo = (Cargo) getHibernateTemplate().get(Cargo.class, p_cargo.getIdCargo());
if (p_cargo == null)
throw new Exception(“O Cargo com a ID: “+id+” do(a) “+Cargo.class.getSimpleName()+” não foi encontrada.”);
return p_cargo;
}
@SuppressWarnings(“unchecked”)
public List getList() {
return (List) getHibernateTemplate().loadAll(Cargo.class);
}
}
[/java]
Perceba que esta implementa apenas métodos de acesso ao banco de dados usando o hibernate. Nesta classe faço uso de annotations para que o container Spring faça o wire dos beans.
@Repository
A anotação @Repository é mais um estereótipo que foi introduzido no Spring 2.0. Esta anotação é usada para indicar que uma classe funciona como um repositório (Veremos mais adiante o que é este pattern), esta anotação faz com que o Spring envie Exceptions da persistência a camada de serviço, vindas de DataAccessException, isto é deixa tranparênte a camada de serviço o tipo de repository que foi implementado.
@Autowired
A anotação @Autowired é usada para a injeção de depêndencia da sessionFactory do hibernate.
@SuppressWarnings
Faço uso da anotação @SuppressWarnings, apenas para o compilador não gerar um Warning no cast da List, uma vez que o Hibernate foi projetado sem o uso de Generics, ao usar Generics o compilador devolve um Warning.
Perceba que esta classe implementa uma interface, está interface implementa o pattern Repository, este padrão já causou muita polêmica em forums Java como o GUJ por exemplo, recomendo a leitura deste post para entender o padrão:
http://blog.caelum.com.br/2007/06/09/repository-seu-modelo-mais-orientado-a-objeto/
com.digows.artigos.JavaFlex.model.repository
Este package irá conter interfaces do tipo repository que dará comportamentos a DAO’s sejam elas implementadas por DAO’s Hibernate, DAO’s JDBC, DAO’s iBatis e etc…
Neste mesmo pacote, crie uma interface chamada CargoRepository com o seguinte conteúdo:
CargoRepository.java
[java]
package com.digows.artigos.JavaFlex.model.repository;
import java.util.List;
import com.digows.artigos.JavaFlex.model.entity.Cargo;
public interface CargoRepository {
void remove(Cargo p_cargo);
Cargo save(Cargo p_cargo);
Cargo findById(Cargo p_cargo) throws Exception;
List getList();
}
[/java]
Ok! nossa persistência já foi programada, vamos agora alterar a classe CargoService que foi criado no post anterior, para que se comporte como uma classe de serviço gerenciada pelo container Spring.
Para isso, altere o nome da classe CargoService que está no package com.digows.artigos.JavaFlex.model.service para CargoServiceImpl e adicione este conteúdo:
CargoServiceImpl.java
[java]
package com.digows.artigos.JavaFlex.model.service;
import java.util.List;
import org.springframework.beans.factory.annotation.Autowired;
import org.springframework.stereotype.Service;
import org.springframework.transaction.annotation.Propagation;
import org.springframework.transaction.annotation.Transactional;
import com.digows.artigos.JavaFlex.model.entity.Cargo;
import com.digows.artigos.JavaFlex.model.repository.CargoRepository;
@Service(value=”cargoService”)
@Transactional(propagation=Propagation.REQUIRED, rollbackFor=Exception.class)
public class CargoServiceImpl implements CargoService {
private CargoRepository cargoRepository;
@Autowired
public void setCargoRepository(CargoRepository cargoRepository) {
this.cargoRepository = cargoRepository;
}
public Cargo save(Cargo p_cargo) throws Exception {
try {
this.cargoRepository.save(p_cargo);
return p_cargo;
} catch (Exception e) {
throw new Exception(“Não foi possível salvar.” +e.getCause());
}
}
public void remove(Cargo p_cargo) throws Exception {
try {
this.cargoRepository.remove(p_cargo);
} catch (Exception e) {
throw new Exception(“Não foi possível excluir.” +e.getMessage());
}
}
public Cargo findById(Cargo p_cargo) throws Exception {
try {
return this.cargoRepository.findById(p_cargo);
} catch (Exception e) {
throw new Exception(“Não foi possível procurar pela ID.”+e.getMessage());
}
}
public List getList() throws Exception {
try {
return this.cargoRepository.getList();
} catch (Exception e) {
throw new Exception(“Não foi possível listar.”+e.getMessage());
}
}
}
[/java]
Perceba que é uma classe de serviço simples, esta apenas tem a funcão de coodernar os Entities de domínio e fazer a persistência atráves de um repository.
@Service
A anotação @Service é uma forma especializada da anotação @Component. É conveniente anotar as classes da camada de serviço com @Service para facilitar o processamento por ferramentas ou antecipar qualquer futuro serviço de capacidades específicas que podem ser adicionados a esta anotação.
@Transactional
Como o próprio nome diz, é um estereótipo que delega ao container que esta classe de serviço deve ser transicional.
@Autowired
A anotação @Autowired é usada para a injeção de depêndencia que será feita pelo container de uma implementação da interface CargoService.
Nessa camada de serviço faço uso também do Pattern DIP (Dependency Inversion Principle), por isso esta classe é uma implementação (CasoDeUsoServiceImpl) de uma interface de serviço, no caso a CargoService.
Para isso no pacote com.digows.artigos.JavaFlex.model.service, crie uma interface com o nome de CargoService, com este conteúdo:
CargoService.java
[java]
package com.digows.artigos.JavaFlex.model.service;
import java.util.List;
import com.digows.artigos.JavaFlex.model.entity.Cargo;
public interface CargoService {
void remove(Cargo p_cargo) throws Exception;
Cargo save(Cargo p_cargo) throws Exception;
Cargo findById(Cargo p_cargo) throws Exception;
List getList() throws Exception;
}
[/java]
Ok, com estes passos realizados, já concluímos a implementação do nosso model. A estrutura final deverá ser esta:
Configurando o SpringFramework com o Hibernate e o Blaze.
No post anterior, configuramos o Tomcat para utilizar apenas o BlazeDS, agora precisamos adicionar mais as configurações do SpringFramework.
Para isso abra o arquivo JavaFlexWebContentWEB-INFweb.xml e altere deixando com este conteúdo:
web.xml
[xml]
JavaFlex
contextConfigLocation
/WEB-INF/applicationContext.xml
org.springframework.web.context.ContextLoaderListener
org.springframework.web.context.request.RequestContextListener
flex.class.path
/WEB-INF/flex/hotfixes
MessageBrokerServlet
MessageBrokerServlet
flex.messaging.MessageBrokerServlet
services.configuration.file
/WEB-INF/flex/services-config.xml
flex.write.path
/WEB-INF/flex
1
MessageBrokerServlet
/messagebroker/*
index.html
index.htm
index.jsp
[/xml]
Perceba na configuração do Spring, ele faz referência a um arquivo chamado applicationContext.xml, este arquivo é o que contém as configurações do Spring em si, então no mesmo diretório que se econtra o web.xml, crie um arquivo com o nome de applicationContext.xml e coloque este conteúdo:
applicationContext.xml
[xml]
${jdbc.driverClassName}
${jdbc.url}
${jdbc.username}
${jdbc.password}
classpath:com/digows/artigos/JavaFlex/model/repository/hibernate/hbm/
org.hibernate.dialect.MySQLInnoDBDialect
true
<!–
Atualizar o Banco de dados de acordo com os arquivos de mapeamentos.
update
–>
[/xml]
Perceba que as configurações do banco de dados usado, delego a um arquivo .properties, também vou precisar configurar o log4j para a impressão de log’s. Por estética o bacana seria gerar um novo source-path que contenha tais arquivos properties.
Crie um pasta na raiz do projeto com o nome de resources,
De um botão direito sobre o projeto e clique em properties;
Em Java Build Path, clique no botão AddFolder;
Selecione a pasta resources, clique em ok, e marque a opção Allow output folders for source folders, e ok.
Dentro do package resources, crie um arquivo chamado jdbc.properties, e adicione o seguinte conteúdo:
jdbc.properties
# Properties file com as configuracoes do JDBC. # Aplicado pelo PropertyPlaceholderConfigurer do Spring jdbc.driverClassName=com.mysql.jdbc.Driver jdbc.url=jdbc:mysql://localhost:3306/javaflex jdbc.username=root jdbc.password= #Properties que determina o dialeto do Banco de Dados. hibernate.dialect=org.hibernate.dialect.MySQL5InnoDBDialect
e outro arquivo chamado log4j.properties com este conteúdo:
log4j.properties
### direct log messages to stdout ###
log4j.appender.stdout=org.apache.log4j.ConsoleAppender
log4j.appender.stdout.Target=System.out
log4j.appender.stdout.layout=org.apache.log4j.PatternLayout
log4j.appender.stdout.layout.ConversionPattern=%d{ABSOLUTE} %5p %c{1}:%L - %m%n
# set root logger level to debug and its only appender to mtf
log4j.rootLogger=INFO,development
# only for development purposes
log4j.appender.development=org.apache.log4j.ConsoleAppender
log4j.appender.development.layout=org.apache.log4j.PatternLayout
log4j.appender.development.layout.ConversionPattern=%d{yyyy-MM-dd HH:mm:ss} %5p [%t] (%F:%L) - %m%n
log4j.logger.noModule=FATAL
log4j.logger.org.springframework=WARN
# Log JDBC bind parameter runtime arguments
log4j.logger.org.hibernate.type=DEBUG
Uma outra modificação é necessária, está a mais importante, pois delega ao Blaze, que existe uma factory de beans criada pelo Spring.
Essa factory deve ser implementada, porém já existe pronto na internet para uso, esta pode ser encontrada aqui:
Spring and Flex Integration Factory Class
Baixe ela, e coloque por exemplo neste pacote:
com.digows.artigos.JavaFlex.controller
*O nome controller ficou sugestivo aqui, uma vez que está factory não tem comportamentos de um controller, porém como o Flex não faz uso do controller para controlar as actions que também não existe, achei bacana preservar o package colocando a factory de beans do Spring que será usada pelo Blaze neste pacote. Se alguém tiver uma idéia melhor de onde colocar a classe, estou aceitando opniões.
Vamos então configurar o Blaze. Abra o arquivo JavaFlexWebContentWEB-INFflexservices-config.xml e altere deixando com este conteúdo:
services-config.xml
[xml]
false
[BlazeDS]
true
false
true
true
Endpoint.*
Service.*
Message.*
DataService.*
Configuration
true
20
{context.root}/WEB-INF/flex/services-config.xml
{context.root}/WEB-INF/flex/remoting-config.xml
{context.root}/WEB-INF/web.xml
[/xml]
Perceba que mapeio o local da Factory. Agora é preciso atualizar nosso servico cargoService dentro do arquivo JavaFlexWebContentWEB-INFflexremoting-config.xml. Então abra e edite deixando com este conteúdo:
remoting-config.xml
[xml]
spring
cargoService
[/xml]
Aqui só é importante observar que a tag <source /> mapeia o nome do bean do tipo serviço que foi delegado na annotation, no nosso caso na classe CargoServiceImpl perceba a annotation @Service(value=”cargoService”) e também a tag <factory /> que faz referência a configuração no arquivo services-config.xml
Se tudo foi efetuado corretamente, ao você dar um botão direito no projeto e ir em Run As -> Run On Server, ao clicar em salvar no fomulário de cadastro criado no post anterior, o seu objeto cargo vindo do Flex já será persistido! observe o console para isso.
Eu alterei o arquivo comdigowsartigosJavaFlexviewscreenCargoForm.mxml para que possa usar todos os métodos do CRUD Cargo. Segue como ficou:
CargoForm.mxml
[xml]
[/xml]
Bom pessoal, acredito que com estes 2 artigos consegui atingir o objetivo de dar a comunidade Java uma proposta de interface produtiva e poderosa, e também a comunidade Flex uma proposta de uma arquitetura com Flex e Java, utilizando o Blaze Data Services.
Faça mais testes, veja que o desenvolvimento é muito rápido! muito melhor do que se matar com tags html e funções em JavaScript.
Fora que você pode desenvolver com o Flex aplicando os conceitos de Orientação a Objetos, a começar pela tranferência de dados, no Flex chega Objetos! e não textos (XML, WebServices, Request/Response e afins).
Neste artigo não fiz uso de patterns para o desenvolvimento das telas em Flex, porém nos próximos artigos irei abordar detalhadamente como você pode arquiteturar seu código Flex visando ganhar manutenabilidade, escalabilidade, e reusabilidade.
Tópico no Forum que contém detalhes sobre o download. Flex 2.0 e Flex 3.0
[Link]
Obrigado a todos e um Beijão especial para minha querida Liz!
=*****
Abraços
o/


aeeee
muito bom
parabens =]
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nervoso esse tuto hein !
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Pingback: FlexDev » Blog Archive » Artigo Flex+BlazeDS+Spring+Hibernate
Valeu Rodrigo, muito bom este seu tuto.
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Parabéns Rodrigo@
A única diferença é q eu uso o Hibernate Annotations q implementa a JPA, assim elimino os arquivos hbm.xml e mapeio minhas entidades usando as anotações da jpa.
Em compensação, eu não uso as annotations do spring (por enquanto).
Abraços e boa sorte.
Jr.
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Olá Mário,
Como disse, eu prefiro delegar a função “Mapeamento” a arquivos xml’s, do que acoplar annotations em meus beans de negócio.
Acho bacana usar annotations no hibernate, se eu usar o modelo de objetos anêmicos usando VO’s, BO’s e afins.. pois daí mapearia meu VO.
Neste artigo trago princípios do Domain Driven Desing escrito por Martin Fowler, uso o padrão Entity, então pessoalmente não acho legal mapear usando annotations.
Mas… é uma questão pessoal! do jeito que estar é tranquilo usar annotations tbm.
Abraços!
o/
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Tá bom! eu confesSo que eu tenteii ler até o fim!!…;)! pra ver se eu aprimorava os meus conhecimentos!!Maaas axeii meLHor ler a introduçãO e a última linha!Não comentareii sobre ela porque talvez não haja espaço suficiente pra tanto conhecimento!! Mas da última LINha!..HUm!! esSa é simples e eficaz!! “Pode muito em seus efeitos” ;*
Amo vocÊ meu amOr!! ?
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Rodrigo, parabéns pelo seu artigo, achei muito legal, me ajudou bastante, você demonstra ter um bom conhecimento no assunto. Vou tentar usar BlazeDS em uma aplicação comercial que eu estou fazendo. Acredito que o uso de flex com java seja melhor em um estrutura hibrida. Onde eu poderia usar flex para gerar gráficos, listar itens ou mostra imagens de produtos usando algum tipo de animação. Fazer telas de cadastros/alteração e exclusão eu ainda acho melhor usar o bom e nem tão velho struts 2 integrado com dwr. Apesar de todo o problema de compatibilidade o uso de HTML/css/javascript torna a aplicação mais leve em relação ao flash.
Não sei se você já deu uma olhada em JavaFX … Mas senão posso dizer q seu código é escrito em uma estrutura declarativa, que torna sua implementação muito simples. Ela ainda é uma tecnologia que ainda está em um estagio beta,não da para usar comercialmente ainda. Mas que no futuro ela pode ser uma boa opção para a construção de aplicações RIA para os desenvolvedores Java.
Espero que você escreva mais artigos sobre flex. Parabéns!
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Olá Fernando
“Fazer telas de cadastros/alteração e exclusão eu ainda acho melhor usar o bom e nem tão velho struts 2 integrado com dwr.”
Então, ultimamente tenho tido muito sucesso com o Flex em sistemas, seja ele fazendo tais telas e ainda gerando gráficos e etc…
Só não uso flex, quando a máquina cliente é muito ruim mesmo, coisa q até um ajax da vida causa memory leak.
Querendo ou não o Flex é uma aplicação WEB, só que com poder desktop.
Desenvolver com html, é custoso! até hoje não achei um modo de desenvolvimento tão rápido do que o Flex, coisas como IDE, Visual Editor, Componentização, É Orientado a Objetos, e etc.. Ajudam e muito no desenvolvimento.
JavaFX não olhei não, mas acredito que hoje o Flex atende e atende muito bem, afinal tem muitos anos de experiência no mercado. Tomara que esse JavaFx não seja semelhante a um Swing da vida…
Por que afzz.. A sun para visual é complicado.
Abraços e obrigado pelo feed-back.
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Parabéns pelo post está de excelente qualidade, um pouco extenso, mas não poderia ser de outra forma afim de cobrir todo o conteúdo. Abraço !!!
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Muito bom!
Com certeza muita gente ira iniciar flex/Java depois deste tutu.
Duvida rápida:Para aplicações comerciais o BlazeDS é pago?
Como funciona?
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Olá Ricardo,
não sei se leu, mas o BlazeDS está sobre a licença LGPL v3.
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Parabens pelo artigo, cobriu muito bem me ajudando bastante. Mas fiquei com tr~es duvidas, talvez vc poderia me adiantar:
Qual a função dos jar’s : flex-tomcat-common.jar e flex-tomcat-server.jar ?
Para que serve o mapeamento no web.xml da pasta hotfixes?
Qual o motivo de se criar uma factory spring, já que existe a do java por default?
Abraços
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Olá Bruno, obrigado pelo feedback.
Qual a função dos jar’s : flex-tomcat-common.jar e flex-tomcat-server.jar ?
Esses jars são usados para que o blaze possa fazer autenticacao no Tomcat, usandos roles e etc.
Para que serve o mapeamento no web.xml da pasta hotfixes?
A pasta flex dentro do web-inf, contem arquivos do sdk flex, logo se estiver usando o modulo para o Tomcat que provê uma compilação web-tier do MXML, ele usará os hotfixes que estiverem aí. No momento isto é dispensável, apenas segui a documentação.
Qual o motivo de se criar uma factory spring, já que existe a do java por default?
Você fala a própria factory do Spring?
digamos que o flex não tem como acessar ela, aí então usamos esta helper que faz um “lookup” nos beans do Spring, devolvendo para o Flex.
Abraços e boa sorte!
o/
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Valeu Rodrigo!!!
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Rodrigo, há realmente a necessidade de criar o Cargo.as, não teria uma outra maneira de fazer sem usar esse mapeamento do nosso pojo em as?
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Não a necessidade, se você tirar, você teria que passar parametros via tipos primitivos, ou entao um array ou algo do tipo, mas realmente você quer fazer isto?
Só lembrando que o “custo” de fazer o mapeamento no flex, é extremamente compensado, por você trabalha com Objetos.
Exemplo disso, imagine uma datagrid populada com uma lista de Cargos, cada posição da lista, será um objeto do tipo Cargo, logo eu tenho um objeto tipado! por exemplo para pegar um cargo selecionado nesta grid eu faria assim:
var cargo:CargoVO = CargoVO(dgCargo.selectedItem);
assim como em qualquer outro componente, ou até mesmo na passagens de parâmetros via events e etc…
Abraços
o/
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Rodrigo, in spite of my native language is spanish your article is very clear and give me a better understanding of these technologies. I was looking for an alternative to JSP, JSF, etc, to the view part on the MVC model and Flex is the answer. Thanks a lot.
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Hola José Castillo,
Gracias por su comentarios!
Me siento bien sabiendo que estoy llegando a mucho outros lugares.
o/
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Valeu Rodrigo, mas vc acha que é necessário para seguir este tutu?
E estou seguindo a risca e quando mapeio os HB’s que no meu caso é :com/webservice/model/repository/hibernate/ da erro!
E quando eu removo ele deixando em branco ele funciona, por que?
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Olá Ricardo,
“Mas vc acha que é necessário para seguir este tutu?”
Concerteza! não faz sentido seguir com o tutorial nem sem saber o que um Hibernate ou um Spring tem por finalidade.
Leia a documentação apresentada aqui, que ficará fácil de resolver problemas posteriores.
Abraços!
o/
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Execelnte tutorial, teria como disponibilizar o projeto para importar no Eclipse, assim como feito no final da parte 1 do tutorial?
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Acredito que você não tenha lido o tutorial inteiro…
No final…
Tópico no Forum que contém detalhes sobre o download. Flex 2.0 e Flex 3.0
[http://forum.flexbrasil.com.br/viewtopic.php?f=8&t=46#p139]
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É possível obter a saída do Hibernate com os unparameterized SQL?
Por padrão, o outuput SQL aparece como “insert into javaflex_cargo (DS_CARGO) values (?)”. Eu gostaria de ser capaz de ver o que ele está passando por valor no ?.
O Hibernate usa Prepared Statement internamente, de modo que não têm sempre o SQL em um formato onde valores seriam incorporados.
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E pensar que dá pra fazer tudo isso usando Flex e Rails com apenas 1/100 de código…
É preciso dar uma tonelada de links, livros, vários frameworks etc, pra fazer uma telinha simples de cadastro??
Ainda bem que eu parei com as drogas. 🙂
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Depende… se for para fazer um pequeno sistema….
Seu rails com 1/100 linhas tem injeção de dependência? ou você acopla seu código com new’s em tudo?
Provê objeto distribuído? do jeito que este exemplo está com 3 linhas de código eu posso disponibilizar um serviço para qualquer um usar.
Uma telinha simples de cadastro?
Claro, se for só para fazer tal telinha de cadastro eu acoplaria tudo em poucas classes.
A intenção aqui Eduardo, foi mostrar como você pode trabalhar com Flex e Java corporativamente, logo não será qualquer scaffold que atenderá as necessidades comum em um ambiente enterprise.
Livros? entendimento de frameworks e afins?
Tudo tem seu significado, e como uma pessoa de T.I. devo conhecer tecnologias para possíveis problemas.
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Rodrigo, segui como também li muito sobre todas as tecnologias utilizada e estive tentando fazer um sistema de autenticação até baseado no seu method findById mas não estou consiguindo, como posso fazer?
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Bom seria você abrir um tópico no fórum:
http://forum.flexbrasil.com.br/
e especificar seu problema.
Abraços!
o/
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Rodrigo, em qual classe eu poderia colocar minhas regras de negócio? Ou como eu poderia repassar a classe Cargo (creio que é um Data Transfer Object/ Value Object) para uma outra classe responsável pelas regras de negócio antes de passar o Data Transfer Object (Cargo) para a camada DAO com o intuito de persistir na base de dados?
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Se você leu com atenção o artigo, em certos momentos falo que estou fazendo uso do DomainDrivenDesing, logo o Cargo ali não é um DTO tão pouco VO.
Ele é o Objeto em sí, este segue o padrão entity do DDD.
Logo, o que vai te responder claramente sua dúvida, será você estudando sobre o DDD e sua filosofia, que em poucas palavras não desacopla comportamentos de atributos como em um BusinessObject e um DataTransferObject, mas modela um Objeto integente onde contém seus próprios comportamentos e atributos.
Você pode usar o padrão que você conhece, a arquitetura não influencia no uso do Flex.
Abraços.
o/
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Camarada, parabéns pelo trabalho.
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Parabéns. Excelente artigo.
Você poderia disponibilizar o código-fonte?
[]’s
Cláudio
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Parabéns pelo artigo! Este projeto pode ser utilizado tranquilamente como template, afinal de contas, quem gosta de ficar configurando toneladas de XMLs?
Porém não posso dizer que esta template é aplicável p/ “projetos do mundo real”. A solucao proposta, baseada no modelo tradicional service + Dao (por entidade!!) + hibernate = Lazy load exception. Isso nao ocorre neste exemplo pq a classe Cargo é extremamente simples. O que fazer neste caso? Ignorar Lazy-load e utilizar Eager por default? Eu acho que não…
Hibernate Annotations é JPA, logo virou padrão. Todo mundo tá usando e já já hbm.xml vai virar poeira, descontinuado. Quem usa Spring com annotations sabe que é um caminho sem volta, assim como JPA!
Não tenho nada contra o Flex, só não dá pra integrá-lo de modo produtivo com Java em projetos de médio/grande porte. Pra quem usa Linux então, esqueça! Flex Builder é precário.
O dia que a integração Flex + Maven multi-module-project + ambiente CI estiver resolvido, aí sim teremos uma alternativa concreta contra JSF e GWT.
Abraço!
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Olá Rodrigo mais uma vez, estou fazendo parte parte do seu excelente artigo, mais surgiu uma dúvida e não sei se pode me ajudar,no ínicio do artigo vc instalou o eclipse 3.3 e quando tento instalar o SpringIDE não consigo instalr via update site,diz que precisa o eclipse 3.2, sabe me dizer se tem como instalar o springIDE com eclipse 3.3,vlw
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Olá Janderson, é veradade, ofialmente só pode usar no Eclipse 3.2, porém! Existe um workaround para fazer funcionar.
Quando der o erro no update site, verifique o jar que ele está reclamando, então pegue este jar de um Eclipse 3.2 e coloque no plugins do seu 3.3
Aí tu engana a instalação!
Abraços!
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rsrsr, essa eu gostei
vlw pela dica Dr. e muito obrigado
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Olá Eduardo Rocha,
Vlw pelo feedback amigo, é um prazer contribuir com a comunidade.
Quanto ao “tradicional service +Dao por entidade”
Faço uso de DAO’s por entities pois sou não gosto de criar DAO’s genéricos, prefiro criar um para cada mesmo, e também a proposta era mostrar com integrar, se sua arquitetura faz uso de DAO genéricos e afins, é uma opção sua.
“O que fazer neste caso? Ignorar Lazy-load e utilizar Eager por default? Eu acho que não…”
Não amigo, não mesmo, aplicar um OpenSessionView no Flex com o BlazeDS é tranquilo, basta adicionar um filter no web.xml e url-mapping no endereco que é levando do AMF.
Como estou usando Spring, posso usar os support que ele contém: org.springframework.orm.hibernate3.support.OpenSessionInViewFilter é interceptar os lazy loads.
Só não toquei no assunto pois ficaria ainda maior abordar lazy loading e afins… isso ficará para o próximo artigo.
“Hibernate Annotations é JPA, logo virou padrão. Todo mundo tá usando e já já hbm.xml vai virar poeira, descontinuado. Quem usa Spring com annotations sabe que é um caminho sem volta, assim como JPA!”
Concerteza JPA é bacana, só que por questoes de legalibilidade de código não acoplo códigos de persistencia ao meu Entity de negócio, uma vez que estou seguinte padrões do DomainDrivenDesign, não rola deletar a função de mapeamento ao Entity.
“Não tenho nada contra o Flex, só não dá pra integrá-lo de modo produtivo com Java em projetos de médio/grande porte.”
Ola amigo não sei qual a sua experiência co Flex, mas hoje estou usando Flex para aplicacões de grande porte e está atendendo muito bem, ainda mais quando se usa integrado ao padrão JCP de portles, no caso da BEA Weblogic.
Vantagens de programação toda Orientada a objetos e o protocolo AMF3, nem se compara com navegaçÃo de textos/xml e afins com outros frameworks.
“Pra quem usa Linux então, esqueça! Flex Builder é precário.”
Bom, o FlexxBuilder para linux ainda não tem o modo visual, mas o auto-complete está perfeito, e logo logo saíra a versão com o DesingView, mas para quem se mata programando tags html ou js e css, programar só com um auto-complete já mata a paú.
“O dia que a integração Flex + Maven multi-module-project + ambiente CI estiver resolvido, aí sim teremos uma alternativa concreta contra JSF e GWT.”
Não sei de algo do genêro, mas você me falando agora, vou pesquisar e ver se tem algo do genêro, quando a alternativa, posso dizer que já é uma boa alternativa, cada um com suas vantagens, o flex mesmo em um ambiente corporativo com recursos de datapush, ajuda e muito! coisa que aplicações onde o cliente é slave (simples browser) não é possível implementar. Como o Flex roda sobre uma VM e está é um pouco mais inteligente além de vantagens visuais, tem um bom suporte no back-end.
Abraços
o/
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e ai mano ..blz ..
eu vi manera apresentaçao lah na facul hje kra .. muito bom ateh entao nao sabia nda de flex e tal … e tudo mais que vc’s colocaram lah .. valeo kra
té mais
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Eae Jacir!
=)
Blza kra pelo feed-back, um caminho bacana para começar seria aqui:
http://forum.flexbrasil.com.br/viewforum.php?f=2
Abraços e qualquer coisa de um toque kra!
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valeo kra pela ajuda ai …
muito boa sua ideia de divulgar isso na rede kra .. sucesso pra vc kra ..
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Caro Rodrigo,
Sobre a solução que vc apresentou p/ o problema do Lazy-load que eu relatei, ambos sabemos que é furada. Você sabe disso muito bem, basta ler o tópico abaixo, iniciado por você inclusive.
http://tech.groups.yahoo.com/group/flexcoders/message/98655
Essa é uma limitação tão grande que torna o uso do Flex em grandes projetos inviável. Eu senti isso na pele, e aparentemente outros também:
http://tech.groups.yahoo.com/group/flexcoders/message/98681
Ouvir dos próprios engenheiros da Adobe que, no momento não há solução oficial (somente alguns workarounds, termo gringo metido p/ a popular gambiarra) foi suficiente p/ eu aguardar o amadurecimento da plataforma:
http://tech.groups.yahoo.com/group/flexcoders/message/98733
Continuo mantendo minha posição de standby p/ o Flex. Tem tudo p/ dar certo agora open-source. Mas ainda não é.
Novamente congratulo-o pela iniciativa, mas acho que faltou um pouquinho de honestidade para com os leitores.
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Olá Eduardo,
O que apresentei a você na resposta anterior, é uma solução ao LazyInitializationException, o simples listener do Spring no messagebroker resolve este problema.
O problema acontece quando o Blaze faz a serialização dos objetos, ao fazer isso, o é ativado o lazy.
Para isso existe algumas soluções ou workarounds como preferir, o que o Jeff apresentou é válido, e estou usando.
Mass! o mais interessante, é que o BlazeDS é OpenSource, concerteza teremos algumas soluções não mais workaround, eu mesmo já extendi de RemotingService e JavaAdapter para prover uma solução temporária, mas já encontrei outras pessoas desenvolvendo:
http://www.infoaccelerator.net/index.cfm?event=showEntry&entryId=84B781EA-FF30-C9A3-ADAC3B7518DC8E93
Com o BlazeDS, acredito que o Lazy load é coisa de pouco tempo.
Mas só lembrando que a ultima versão do GraniteDS suporta o Lazy Loading:
http://www.graniteds.org/confluence/display/DOC/2.4.2.+Lazy+Initialization
Eu pensando no futuro, prefiro investir no BlazeDS, por ser da própia Adobe e etc..
Bom é uma opinião sua dizer que Flex não é uma alternativa para desenvolvimento, mas só vale lembrar também, que RemoteObject é o plus! a mais quanto as outras tecnologias, você poderia muito bem ter lazy load usando HttpServices, ou então WebServices.
è uma opinião sua, porém só acho que não pode ser tão radical, aonde eu trabalho Flex com WebServices tem atendido muito bem, e olha que não é qualquer siteminha.
Abraços amigo, e vamos aguardar outras soluções com o BlazeDS.
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Estive lendo, como sugerido, para tentar encontrar uma resposta a minha dúvida. Em minhas leituras descobri que as regras de negócio podem ser colocadas nas Entities. Fica aí o esclarecimento pois outras pessoas me perguntaram também.
Desde já agradeço pela atenção de todos. 😉
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Rodrigo, estou cmo uma outra dúvida. Como posso fazer a navegação entre arquivos MXML? Por exemplo: eu gostaria de clicar num botão de cadastras usuário e ir para uma outra página (outro MXML) de cadastro. Usávamos o MVC Cairngorm, entretanto não queríamos mais usar um framework MVC por não achar mais necessário diante do exposto por ti neste tutorial. =)
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Olá R.B,
Primeiramente, bacana que você abstraiu o Entity do DDD, a abordagem é muito bacana, você programa orientado a objetos, do tipo:
carro.AbrePorta();
financeiro.calcularDespesas();
…
Quanto a navegação,
Navegação com Flex basicamente se resume em 3:
States, ViewStack e PopUp’s.
Estas são as keywords para sua pesquisa, lembrando que a boa prática aí é o uso de ViewStacks.
States é muito bacana, porém procure usar para pequenas funcionalidades.
PopUp’s, é também bacana, porém sugam um pouquinho mais de memória, existem frameworks muito bons para o esquema MDI, um deles é o Flex MDI, eu mesmo usei em uma App que fiz a um bom tempo:
[GoogleWebDesktop]
http://www.flexdev.com.br/gwd/
Quanto ao MVC, acredito que você não entendeu muito bem quando disse que não precisava de um Framework MVC. Eu disse isso me referindo ao Struts, WebWork, SpringMVC e afins que existem no mundo java.
Com flex, é necessário arquitetar!, uma vez que ele é orientado a objetos, o desenvolvimento n camadas para reuso e componentização é necessário.
Logo, se sua aplicação passa a ter mais de 2 telas, bacana seria usar não um framework, mais eu diria um padrão de arquitetura, seja lá o Cairngorm, ou então o PureMVC, estes ajudam você resolver problemas conhecidos.
Abraços
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Rodrigo estive lendo sobre o Cairngorm e o PureMVC. Caso eu utilizasse o PureMVC com implementação no próprio AS3 eu conseguiria ainda assim fazer a integração com o Java + BlazeDS + Hibernate + SpringFrameWork como mostrado neste tutorial? Desculpe se parecer uma pergunta tola mas estou realmente precisando fazer um controle entre várias páguinas (como o cadastro de usuário) e decidi usar o PureMVC, estou lendo sobre ele e me surgiu esta dúvida enquanto estou estudando sobre esta nova ferramenta já que ela menciona que podem ser objetos remotos ou locais.
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Pingback: Manifesto Flex brasil - Rodrigo Fraga - RIA Evangelist
Rodrigo, uma dúvida:
Quando eu coloquei o SpringFactory.java no pacote controller, e modifiquei o nome do pacote que estava no arquivo (de package flex.samples.factories para meupacote.controller) ele começou a dar um aviso de erro nas linhas:
import flex.messaging.FactoryInstance;
import flex.messaging.FlexFactory;
import flex.messaging.config.ConfigMap;
import flex.messaging.services.ServiceException;
como é que eu resolvo isso?
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Provavelmente você não adicionou os jars: flex-messaging-*.jar no seu classpath.
Abraços
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Ótimo Artigo,
Para eu criar testes unitários para meus services usando o JUnit, qual configuração eu uso ?
Lendo a documentação vi que meu teste deve extender a classe AbstractTransactionalDataSourceSpringContextTests e escrever os testes que o Spring injetará todas as dependencias que eu preciso.
Isso acontece, porem eu consigo recuperar a lista de dados, mas não consigo adicionar. Consegue me dar uma luz do que fazer?
Att.
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